quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Resident Evil: OutBreak


Ao que parece, Resident Evil Outbreak se passa imediatamente antes de Resident Evil 2/3, no momento em que o G-Virus se espalha por Raccoon City, através da contaminação pelo esgoto. A cidade, já infestada de zumbis, ainda não se encontra totalmente destruída e os personagens a serem controlados pelo jogador são cidadãos comuns de Raccoon. Você pode escolher um dentre oito disponíveis. Se estiver jogando online, outros três jogadores escolherão seus personagens e vocês jogarão em quatro. Se estiver sozinho, escolha um e o computador, através de AI (Inteligência Artificial) controlará os outros três. Cada personagem tem sua própria habilidade, sendo que um certamente precisará dos outros se quiser sair vivos da cidade. Por exemplo, se você estiver jogando com a Alyssa, nem adianta tentar arrombar aquela porta no final do corredor. Chame alguém mais forte (como o Mark) para que faça isso pra você. Já se estiver jogando com o David ou Kevin, não tente decifrar aquele enigma difícil, deixe que o Jim o fará. Ou até, nem tente mexer no computador que abre a porta eletrônica. A Yoko fará isso para você. Por isso esse game da série está sendo chamado de "revolucionário". Você não vai conseguir fazer tudo sozinho. Nada de empunhar uma Desert Eagle, olhar para o símbolo dos S.T.A.R.S. na jaqueta e sair matando tudo que vê pela frente. Dessa vez você é um cidadão comum. Não foi treinado para matar. Mas pode ter certeza de que o fará, se precisar. E vai precisar...
Detalhe: Neste game você também poderá virar um zumbi, se estiver jogando online. Logo no início, um mostrador de infecção aparecerá no canto inferior direito da tela, e à medida que a infecção aumenta, você perde agilidade e rapidez. Pílulas podem ser encontradas no decorrer dos cenários, ou feita por George, e retardam o processo. Se o marcador atingir 100%, você pode se transformar em zumbi, arranhando porta e até atacando seus antigos amigos. No modo offline, você simplesmente vai ficar durante algum tempo rastejando no chão até um amigo te salvar. Se não aparecer ninguém, finalmente você morre.
Alguns cuidados devem ser tomados ao escolher seu personagem. Dependendo do cenário a ser jogado, não adianta querer jogar com o David, ou com o Kevin, que parecem ser melhores com armas, se o propósito deste cenário será solucionar enigmas.
Após o vídeo de abertura, você assume o controle e o resto é por sua conta. Lembre-se, não tente salvar a cidade! Você não é um dos S.T.A.R.S.. É um cidadão comum. Primeiramente, salve a si e aos seus amigos. Se conseguir isso, já se dê por satisfeito...
Outras novidades do game:
- As armas são carregadas em tempo real, ou seja, um cartucho por vez. A não ser que você utilize um pente.
- Não existem mais as "salas seguras". Qualquer lugar é perigoso.
- Os zumbis seguem os personagens através das portas (como o Nemesis em Resident Evil 3) ou até trancam algumas para dificultar seu progresso. Você também pode bloquear algumas para isolá-los.
- Você pode usar canos, vassouras e objetos do cenário como armas.
- Se estiver sem arma, você pode dar um "encontrão" nos zumbis, ou seja, empurrá-los. Mas não tente fazer isso numa barricada, porque pode machucar.
- Para destravar todas as opções do jogo, você terá que, obrigatoriamente, explorar todos os personagens, mesmo que prefira um deles.
- As câmeras estão na forma clássica de RE, mas o cenário, dessa vez, é totalmente em 3D-Real Time.
- É possível comunicação entre os jogadores, inclusive no modo offline. Combinando o direcional com o L2, digita-se "come on" para aproximar-se, ou " help " para ajuda, assim por diante.
- Os jogadores controlados pelo processador normalmente dão os itens que a gente pede. Podemos até testá-los como "mulas" para carregar nossos itens e depois pedi-los de volta.
- A AI dos personagens, entretanto, é bem ruim, e eles muitas vezes ficam vagando em meio aos zumbis mesmo ouvindo seus chamados incessantes para que saia de lá. Eles muitas vezes têm o costume de utilizar itens de vida desnecessariamente.

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